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As Grandes Bicicletas de Estrada.

  • Foto do escritor: Oportuno
    Oportuno
  • 2 de mar. de 2023
  • 2 min de leitura

Dario Pegoretti (Itália!) pode não ser o mais famoso dos construtores, mas suas bicicletas estão entre as mais desejadas. O problema é que a espera pode demorar dois anos e o preço parecido com o de um carro esporte. Pegoretti é um bom exemplo do caso de uma empresa maior colocar o seu adesivo sobre o quadro de um fabricante menor. A maior parte das vitórias de Indurain foram em cima de uma Pegoretti adesivada como Pinarello.


O livro “The Racing Bicycle: Design, Function, Speed” (2013) foi meu autopresente de natal - e que acabou virando folia de carnaval.


Ele conta algumas histórias dos maiores ciclistas que já participaram de corridas de estrada, fala sobre as competições tradicionais na Europa e descreve a evolução dos equipamentos nos últimos 80 anos.


Mas o aspecto que mais me atraiu foi o pano de fundo de todos esses causos, pano esse tecido com a história dos grandes fabricantes de bicicleta de estrada. Legal que cada fabricante é grande do seu próprio jeito: pode ser no tamanho, na tradição, nas conquistas, nos fracassos ou no poder de inovação. Na verdade, o que une todos esses personagens no mesmo livro é sempre a busca da qualidade.


Eu fiquei fascinado com todos os fabricantes, desde os velhinhos artesãos, passando pelos empreendedores de sucesso, até os jovens que trouxeram um novo conhecimento científico para essa indústria tradicional. Mas, antes de falar o livro, deixa eu apresentar o tema sob uma perspectiva mais ampla, coisa sempre boa de se fazer antes de pular de cabeça nos detalhes.



Os capítulos que mais gostei foram sobre os fabricantes mais tradicionais, embora tivesse preferido um livro para cada um deles. O mais famoso é Ernesto Conalgo (Itália), que desde 1939 vem unindo estilo, qualidade e inovação.


Por exemplo, no início da década de 1990 os outros fabricantes começaram a usar garfos com suspensão na corrida Paris-Roubaix (famosa pelos paralelepípedos). Mas Colnago insistiu em apostar no inverso, com bicicletas com garfo de fibra de carbono e geometria reta - o que deixa a bicicleta extremamente rígida. Ao contrário de todas as expectativas, essas bicicletas rígidas provaram ser mais velozes.


Italo Guarciotti (Itália) é mais famoso por suas bicicletas de ciclo-cross, que já venceram dez campeonatos mundiais, mas também já fez bonito no Giro d’Italia. Faliero Masi (também da Itália) é conhecido como “o alfaiate”, por sua habilidade de construir bicicletas que se ajustam perfeitamente aos ciclistas.




 
 
 

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